domingo, 7 de outubro de 2012

EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO


Projeto Educação para o Trânsito
EEEFM “Gisela Salloker Fayet”

Professores: Priscila Christ Marques
               Acylino Antonio Leite
               Diane Borgahardt Dalgobbo Entringer


JUSTIFICATIVA:
Tendo em vista que a educação tem como função ampliar o conhecimento dos alunos, a escola assim como objeto de intervenção, propõe o tema Educação para o Trânsito para trabalhar, visto que muitas crianças utilizam o transporte escolar para chegar até a escola e, muitas vezes estes não são orientados sobre os perigos que as vias públicas podem representar, pois as mesmas, não possuem sinalização em pontos críticos, por onde nossos alunos precisam passar para a chegar até escola e também para o acesso a quadra de esportes. O tema visa sensibilizar alunos, escola e comunidade quanto à importância de reconhecer o trânsito como fator de segurança pessoal e coletiva.
OBJETIVOS:
  •  Identificar a Educação para o Trânsito como fator de segurança pessoal e coletiva;
  • Identificar comportamentos que proporcionem segurança no trânsito e os comportamentos que proporcionem ou comprometem essa segurança
  •  Registrar comportamentos dos motoristas e pedestres nas vias públicas;
  •  Analisar atitudes positivas e negativas das pessoas no trânsito;
  •  Identificar o significado da sinalização;
  •  Descrever a sinalização de trânsito como fator de segurança;
  •  Interpretar mensagens de sinalização de trânsito;
  •  Sensibilizar os alunos sobre os cuidados que devemos ter ao atravessar uma rua;
  •  Identificar os principais sinais de trânsito;
  •  Trabalhar as virtudes: paciência, tolerância, responsabilidade e humildade.



PROCEDIMENTOS:
  • Iniciar, na roda de conversa, perguntas sobre o trânsito, como: o que sabem sobre o trânsito? Como vêm para escola? Como é o fluxo de carro onde mora?  Já viu algum acidente no trânsito?  Anda de bicicleta ou brinca na rua? Etc.
  • Fazer um gráfico dos meios de transporte que as crianças usam para ir para escola. Realizar a atividade de escrita.
  • Questionar quais os meios de transporte que as crianças conhecem e depois apresentá-los a turma através de cartazes.
  • Conversar na roda sobre a importância e necessidade das placas. Realizar a atividade de símbolos. Apresentar as principais placas de trânsito aos alunos.
  • Confecção de placas de trânsito para sinalização da escola e respeito às mesmas.
  • Conversar sobre o semáforo, sua necessidade e funcionamento. Ler diferentes gêneros textuais e realizar a pintura do semáforo.
  • Assistir aos vídeos “Trânsito e cidadania,amiguinhos no trânsito e   discutir.
  • Pesquisa e entrevista com motoristas.
  • Confecção de maquete: meio urbano e meio rural.
  • Mural em parede sobre o trânsito.
  • Pintura de faixa de pedestre e placa de trânsito em frente à escola.
  • Confecção de carrinhos para percorrer o caminho do trânsito.
  • Dobraduras de carros.
  • Divulgação de folders.
  • Cruzadinha
  • Caça-palavras
  • Ditado
  • Depoimentos
  • Recorte e colagem de reportagens
  • Pesquisas informativas sobre o transita da região.


Conteúdos:

·         Leitura e interpretação de texto;
·         Produção de texto;
·         Reescrita;
·         Cálculos matemáticos envolvendo as quatro operações;
·         Lateralidade;
·         Coordenação motora;
·         Leitura e desenhos das leis de trânsito;
·         Estudo de notícias;
·         Desenho de observação;
·         Desenho livre do trânsito;
·         Leitura, interpretação e construção de gráficos e tabelas;
·         Ficha de avaliação de pedestre;
·         Jogos educativos em grupo;
·         Músicas

        Avaliação:
A   avaliação do “Projeto Trânsito na Escola” se deu durante todo o processo pedagógico, de maneira que os profissionais de educação e demais colaboradores puderam obter informações e dados indicativos do aprendizado que pode ser medido através da participação, interesse, entusiasmo e desenvolvimento das práticas em “Classe” e “Extra-classe”.






sábado, 6 de outubro de 2012

O AR


EEEFM "PEDREIRAS". 

PROFESSOR - : André da Silva Pimenta
TURMA: 5ª SÉRIE / MATUTUNO. 
Disciplina: Ciências



TRABALHO PRÁTICO EM SALA DE AULA DESENVOLVENDO TAREFAS COM OS ALUNOS DE 5ª SÉRIE . 







quinta-feira, 4 de outubro de 2012

VER E VIVER E PROVAR CIÊNCIAS


PROFESSORAS:

CARILA FAÇONI
MAURIENE SCHIAVO 



                                      




 







 


  

















quarta-feira, 3 de outubro de 2012

APROVEITAMENTO DO SUBPRODUTO DE DESTILARIAS DE AGUARDENTE: UM MANEJO SUSTENTÁVEL E RENTÁVEL EM PARAJU – DOMINGOS MARTINS - ES



 
Amanda Spoladori Simon
2ª série do ensino Médio da EEEFM Gisela Salloker Fayet
Ana Paula Tschaen Tonoli
2ª série do ensino Médio da EEEFM Gisela Salloker Fayet
Marilaine Bickel
2ª série do ensino Médio da EEEFM Gisela Salloker Fayet

Denílson Aparecido Garcia

Professor orientador – Química - Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Gisela Salloker Fayet.




RESUMO

A sustentabilidade entre os proprietários rurais e produtores de aguardente em Paraju, pode ser desenvolvida por meio de conscientização e manejos simples. A hipótese de trabalho é que se os produtores de aguardente da região compreenderem a importância social e ambiental que tem em torno do manejo e destino correto do vinhoto produzido em seus alambiques, e aliado a isto, forem estabelecidas parcerias com os agricultores rurais, a região de Paraju estará dando um grande passo para uma produção econômica sustentável. Pretende-se demonstrar que os resíduos que hoje contaminam o solo e mananciais, pode ser transformado em fertilizantes e utilizados nas lavouras, por meio de métodos  próprios substituindo a adubação mineral.


INTRODUÇÃO
O vinhoto constitui-se num dos grandes problemas para o Plano Nacional do Álcool. Constitui-se em um resíduo proveniente da produção do álcool, na proporção média de 13 litros de vinhoto para 1 de álcool, apresenta-se com uma demanda bioquímica de oxigênio (DBO) de cerca de 30000 ppm, contendo, portanto, ainda grande quantidade de matéria orgânica passível de ser oxidada. Quando direcionada aos rios, retira destes o oxigênio livre, causando grandes prejuízos para a flora e fauna aquáticas circunvizinhas e para a utilização das águas. (SENA, 1998; KIEHL, 1985).
A fim de se eliminar a carga poluidora desse rejeito, vários tratamentos ou procedimentos foram propostos e estão sendo estudados. Dentre eles  destacaremos a  utilização do vinhoto,in natura, como fertilizante.
O distrito de Paraju-ES  se destaca  na produção  especializada de cachaça. Essa produção decorre com qualidade e de forma artesanal. Nos últimos tempos vem ganhando espaço no mercado, tanto pelas suas tradições como também na cultura e na produção, o que torna este produto tão especial e valorizado. Para que a produção de cachaça continue a ser bom negócio, e se enquadre nos preceitos de sustentabilidade, sugere-se que o produtor adote medidas de reaproveitamento dos resíduos assim como citado acima. Visando a fertilização do solo de sua lavoura.
 Há de considerar que o vinhoto em sua constituição possui elementos como o fósforo, nitrogênio e potássio, que são fundamentais em um solo fértil. Toda essa matéria orgânica poderá se constituir em aumento da produtividade agrícola ao influenciar s propriedades físico-químico-biológicas do solo (SILVA et al., 2007).
No momento em que a matéria orgânica contida na vinhaça é incorporada ao solo, ela é colonizada por fungos, os quais a transformam em húmus, neutralizando a acidez do meio preparando, deste modo, o caminho para proliferação bacteriana; assim, quando adicionada como fertilizante, favorece também o desenvolvimento desses microrganismos os quais atuam na mineralização e imobilização do nitrogênio e na sua nitrificação, desnitrificação e fixação biológica, bem como de microrganismos participantes dos ciclos biogeoquímicos de outros elementos(SILVA et al., 2007).


Por outro lado é comum o uso de aditivos químicos que fertilizam a lavoura com o objetivo de garantia de uma boa produtividade. Tais aditivos, os adubos, têm um alto valor comercial e representam um grande gasto para os pequenos produtores. O que se vê também é o fato de que poucas pesquisas e incentivos são feitos na direção de amenizar esta situação, até porque, há interesses de grandes empresas envolvidos no processo.
Sendo assim, a proposta de usar o vinhoto produzido na região, poderá solucionar dois problemas: a contaminação do solo e mananciais e reduzirá despesas, gerando renda aos pequenos agricultores com base em um aproveitamento racional de recursos, permitindo atender com muito mais eficiência aos requisitos da legislação de controle da poluição.

JUSTIFICATIVA E MOTIVAÇÃO

De acordo com a publicação da UNESCO: Ciência, Ética e Sustentabilidade Desafio ao novo século de Bursztyn (2001), nos fins do século XX, em virtude da constatação de que o desenvolvimento almejado pelo Brasil não foi alcançado, surge uma nova concepção que está mexendo com as nações mais pobres principalmente: o desenvolvimento sustentável. Tal concepção surge da impossibilidade de se manter um sistema de desenvolvimento semelhante ao das nações mais ricas e tem como meta o sustento humano e a capacidade solidária com a biosfera.
A idéia da sustentabilidade precisa ser difundida, ampliada e aplicada em todos os lugares possíveis. Cada lugar do nosso país precisa se conhecer melhor, analisar suas atividades e estudar um caminho que promova o seu crescimento econômico, a diminuição da pobreza e a manutenção do meio ambiente. Desta forma, ao analisar a região de Paraju, percebeu-se a existência de um número razoável de produtores de aguardente e consequentemente do resíduo deixado por esta atividade.
Assim sendo, após algumas leituras e estudos notamos que ouso agrícola da vinhaça e os seus benefícios ao solo são indiscutíveis e constatáveis, tanto do ponto de vista sustentável, como do ponto de vista econômico e social. Incluem-se a diminuição de fertilizantes um material altamente poluente que pode causar aos cursos d’água superficiais (rios, lagos, nascentes e várzeas) e ao lençol freático através da percolação até as águas subterrâneas. Com esta preocupação apontaremos alternativas para diminuir a carga orgânica desse resíduo a vinhaça, sendo possível reutiliza-la na fertirrigação com um menor risco de dano à natureza (SENA, 2004).
Optamos pela questão do vinhoto e sua relação com o meio ambiente, por ser uma dificuldade que encontramos no dia a dia em nossa região, um problema que podemos transformar em solução e também em renda extra para os proprietários das destilarias.
Vale ressaltar que a Portaria no. 323/78 do MINTER (Ministério do Interior) proíbe o lançamento do vinhoto em qualquer curso d’ água a Lei 9.605 de fevereiro de 1998, nos seus artigos 33 e 54, prevê pena de reclusão de um a quatro anos e multa para quem praticar tal ato, agora considerado crime ambiental.
Sendo assim, nossa proposta é promover um manual com orientações para o uso adequado da vinhaça, sendo possível um destino sustentável a mesma, preservando o meio ambiente.

OBJETIVO GERAL
Proporcionar possibilidades de desenvolver a sustentabilidade entre os proprietários rurais e produtores de aguardente em Paraju – Domingos Martins ES.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Conscientizar os proprietários de destilarias a dar um tratamento correto aos resíduos de produção do aguardente;
  • Conscientizar os produtores rurais a utilizar o vinhoto como uma forma alternativa de fertilizante para o solo;
  • Apresentar vantagens econômicas e ambientais relacionadas ao manejo proposto;
  • Apresentar um manual com orientações de tratamento e uso do vinhoto como fertilizante;
  • Ampliar as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, com a aplicação do vinhoto tratado;
  • Ampliar a mineralização do nitrogênio no solo com a presença do vinhoto tratado;
  • Aumentar da produtividade da lavoura com redução nos gastos com insumos.
  
MATERIAIS E MÉTODOS
A pesquisa será realizada em alambiques da Região de Paraju Domingos Martins ES. A partir de análises simples feitas com sobras da vinhaça indicaremos  uma substância que servirá como adubo (fertilizante) para as lavouras em geral.
Além das analises, serão realizadas entrevistas com funcionários e proprietários de destilarias, para conhecer o destino atual do vinhoto, estimulando os a adquirir  ideia de utilizar esse “poluidor” como um adubo.
Após, com dados e pesquisas elaboraremos um manual com orientações de tratamento e uso do vinhoto como fertilizante, que será distribuído entre os pequenos proprietários de alambique.

RESULTADOS ESPERADOS

Com o desenvolvimento do projeto apresentado, pretende-se alcançar os seguintes resultados:

  • Diminuição da poluição das águas (rios, lagos, córregos, etc.);
  • Aumento da renda dos proprietários de destilarias;
  • Reduzir custos de produção dos lavradores;
  • Substituição do fertilizante comum pelo produzido a partir do vinhoto;
  • Novas oportunidades de empregos;


REFERÊNCIAS

ABREU.Júnior, C. H.; BOARETTO, A. E.; MURAOKA, T.; Kiehl, J.C. Uso agrícola de resíduos orgânicos potencialmente poluentes:propriedades químicas do solo e produção vegetal.Tópicos Especiais em Ciência do Solo, Viçosa, v.4, p.391-470, 2005.

ALMEIDA, J. R. Composição, proporção e aplicação da vinhaça; em São Paulo.
Boletim do Instituto Zimotécnico, Piracicaba, n 3, p.1-24, 1952.
BARBIERI, R. H. T., Produção de fertilizante orgânico a partir do bagaço de cana de açúcar: uma alternativa para gerenciamento do resíduo oriundo de industrias sucroalcooleiras, VIII Congresso Brasileiro de Engenharia Química em Iniciação Científica, Uberlandia-MG, jul.,2009

BURSZTYN. Marcel (org.). Ciência, Ética e Sustentabilidade: Desafios ao novo século.Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001274/127492por.pdf> Acesso em 07 de agosto. 2012.

EMBRAPA. Agência de Informação Embrapa: Cana-de-açúcar. Disponível em: <www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/cana-de-acucar/arvore/CONTAG0110822122 00615484 1.html>Acesso em: 20/07/2012

GLÓRIA, N.A.; ORLANDO, J. Aplicação da vinhaça como fertilizante. Boletim
Técnico. PLANALSUCAR, p.38, 1983. GLOBO RURAL. Rio de Janeiro: Globo, 2011-. Mensal

MATTOS, K.M.C.; MATTOS, A. Valoração econômica do meio-ambiente: uma abordagem teórica e prática. São Carlos: Rima/Fapesp, 2004.


 SENA, Maria Eugênia R. SIMÕES.Cristine L. Estudo da viabilidade econômica da concentração de vinhoto através  de osmose inversa. XXIV Encontro Nac. de Eng. de Produção  Florianópolis, SC, Brasil, 03 a 05 de nov de 2004. Disponível em: <http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2004_Enegep1004_1360.pdf.> Acesso em: 09 de agosto. 2012.

SILVA.Melissa A. GRIEBELER. Nori P. BORGES.Lino C.Uso de vinhaça e impactos nas propriedades do solo e lençol freático .Rev. bras. eng. agríc. ambient. vol.11 no.1 Campina Grande Jan./Feb. 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-43662007000100014&script=sci_arttext.> Acesso em: 08 de agosto.2012.




Internet, Hipertexto e Hipermídia


Professora CursistaDayse Lucyde de Souza Alves Neves











PROJETO INTERDISCIPLINAR PORTUGUÊS E QUÍMICA LENDO E INTERPRETANDO A QUÍMICA


 EEEFM Gisela Salloker Fayet

Professores: Denilson Garcia,  Sirlei Aguiar



1-INTRODUÇÃO              

A proposta da disciplina “Química Através do Teatro” aproveita  para explorar o conhecimento químico dos estudantes e suas habilidades em manifestá-los. Assim, a disciplina tem como objetivo geral explorar a criatividade e as expressões corporal e oral dos alunos na exposição de temas químicos. O objetivo específico, por sua vez, é discutir o conhecimento dos alunos sobre os temas químicos propostos por meio de uma peça baseada nas improvisações teatrais encenadas pelos estudantes.
 Projeto Lendo e Interpretando a Química por meio Teatro na Escola busca inserir no meio educacional um mecanismo que possa ampliar a capacidade de formação social, desenvolvimento cognitivo e intelectual do aluno.
    
2- Objetivos Gerais

·         Ampliar a ação formadora social da Escola;

·         Fortalecer a formação intelectual da Escola;

·         Melhorar a interação social dos alunos;

·         Incentivar o conhecimento científico da química;

·         Estimular a leitura e a escrita;

·         Despertar o interesse pelas ciências químicas;

3- JUSTIFICATIVA               
A EEEFM Gisela Salloker Fayet, sempre preocupada com sua participação na construção social e científica  de seus alunos , no entanto é importante que a escola exerce este papel  sobre essa construção, vencendo suas limitações e buscando em um processo gradativo e interdisciplinar  para que seus alunos possam responder com maior entusiasmo  o aprendizado da química . Assim o  teatro na escola torna-se  de grande valia para que possamos preparar nossos jovens, exigindo sua   flexibilidade, dinamismo e agilidade no pensar, no agir, no entender e na arte de analisar. Diante dessa premissa, essa ferramenta tornou-se relevante aos objetivos da escola no que tange a preparar seus alunos e futuros cidadãos para essa nova era, a era da informação onde tudo acontecesse de forma rápida e volátil.

         4- METODOLOGIA                 

 O processo de implantação do teatro na escola deve buscar em primeiro lugar um rápido processo de incentivo e quebra das resistências por parte dos alunos, através de exposição dialogada  que incentive a participação desses. Os professores em sala de aula devem abordar esse assunto de maneira suave e sutil, buscando um convite de maneira atrativa, sem usar de nenhum tipo de coerção para que o aluno possa aderir ao teatro.
            Ao terminar o processo  de incentivo, envolvendo toda a turma , será organizada uma pesquisa sobre temas relacionados a historia e organização da  química  a serem desenvolvidos  em uma  peça teatral.  Assim serão apresentadas sete cenas interligadas por uma sequencia cronológica relatando o  surgimento da química até a organização da tabela periódica.  
Durante as aulas em um período de 2 meses os alunos protagonistas selecionaram livros de literatura infanto juvenil para adaptação do conteúdo cientifico de química, formando assim as cenas da peça teatral. Em algumas aulas os alunos adaptaram suas falas com base na história e após ensairam.

5- PRODUTO FINAL ( APRESENTAÇÕES)


Considerando que os alunos do 1º ano do ensino médio contemplam  conteúdo semelhantes  de química serão convidados a fazer parte da plateia para que assim possam aperfeiçoar o aprendizado.


            As apresentações irão ocorrer na terceira semana do mês de abril na escola, em cenários preparados pelos próprios alunos os mesmos serão registrados por meio de vídeos e editados em um documentário que será usado como material didático. 




OUTUBRO MÊS DAS CRIANÇAS - 12 DE OUTUBRO DIA DA CRIANÇA




Professora -  Professora Daniele Schneider Cardoso


OUTUBRO MÊS DAS CRIANÇAS
12 DE OUTUBRO DIA DA CRIANÇA


"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos." (Pitágoras)

A EDUCAÇÃO É A BASE PARA UM FUTURO DE SUCESSO PARA NOSSAS CRIANÇAS!

Parabéns a todas as crianças pelo seu dia!!!

BjsJ Professora Daniele Schneider Cardoso



"SER CRIANÇA É ACREDITAR QUE TUDO É POSSÍVEL.

É SER INESQUECIVELMENTE FELIZ COM MUITO POUCO

É SE TORNAR GIGANTE DIANTE DE GIGANTESCOS PEQUENOS OBSTÁCULOS


SER CRIANÇA É FAZER AMIGOS ANTES MESMO DE SABER O NOME DELES.

É CONSEGUIR PERDOAR MUITO MAIS FÁCIL DO QUE BRIGAR.

SER CRIANÇA É TER O DIA MAIS FELIZ DA VIDA, TODOS OS DIAS.

SER CRIANÇA É O QUE A GENTE NUNCA DEVERIA DEIXAR DE SER."
(GILBERTO DOS REIS)



terça-feira, 2 de outubro de 2012

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Diversidade e Inclusão no Ambiente Escolar


Cursista: Andressa Côco Lozorio



Diversidade e inclusão no ambiente escolar


Ao escrever sobre o tema diversidade e inclusão social busco colocar as palavras certas, pois, se tratando de um tema ainda tão polêmico eu como educadora de crianças e adolescentes  tenho a obrigação de  formar cidadãos conscientes e críticos que estão inserido na sociedade contemporânea que vem sofrendo grandes transformações sociais, religiosas e políticas
A problemática do texto abordará o trabalho com a diversidade e com a inclusão social no ambiente escolar.
Durante o século XX e início do século XXI as lutas pela igualdade de gênero, étnico-racial e também pelo respeito à diversidade tem sido constantes.  Sabemos que em todos os espaços da vida social brasileira acontecem discriminações de gênero, violência homofóbica, étnico-racial, pessoas com deficiência física ou mental, infelizmente a escola, é um deles.
A escola, cumprindo sua responsabilidade de formar cidadãs e cidadãos, deve oferecer meios que levem os educando ao conhecimento e respeito de culturas, das leis e normas.  Deve ter como proposta pedagógica, um plano de ação para formar cidadãos para a valorização da diversidade. Essa proposta se faz de forma desafiadora e com rigor de forma que seus participantes sejam capazes de aprender a lidar com as transformações da sociedade tendo o respeito e a valorização do outro, isto é a promoção da igualdade de direitos.
                                                                  “o alvo principal[...] era a denúncia                                  quanto à existência de práticas abertamente sexistas nas escola, com a tolerância, quando não com  a cumplicidade, de pais e professores, estes, em geral, não se apercebiam do peso de seu papel na reprodução dos padrões tradicionais, conservadores, que persistiam na educação, apesar de seu aparente compromisso com a modernidade e com a democracia”(LARKIN, Elisa. Sankofa: educação e identidade afro-descendentes), 2002)

Compreendemos que não se faz uma educação de qualidade sem uma educação cidadã, uma educação que valorize a diversidade e a inclusão social. É no ambiente escolar que os estudantes podem construir suas identidades individuais e de grupo, põem exercitar o direito e o respeito à diferença.
Em meados do século XXI, com a intensificação dos movimentos sociais de luta contra todas as formas de discriminação que impedem o exercício da cidadania das pessoas com deficiência, emerge, em nível mundial, a defesa de uma sociedade inclusiva.
A educação brasileira enfrenta grandes desafios no desenvolvimento das práticas cotidianas escolares sobre a inclusão desde a falta de formação dos profissionais quanto a acessibilidade e a permanências de todas as crianças portadoras de alguma necessidade especial. Devemos enquanto educadores e demais profissionais da educação ter um novo olhar sobre a concretização da política de inclusão e oferecer condições de aprendizado a todo seu alunado.